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A Pequena Comunista que Nunca Sorria é um romance literário de Lola Lafon que revisita a vida de Nadia Comaneci, a ginasta romena que deslumbrou o mundo com o primeiro dez perfeito na história dos Jogos Olímpicos. Entre a glória e a opressão, a autora explora o preço da perfeição, a manipulação dos corpos femininos e o impacto político e mediático sobre uma infância sacrificada. Um retrato comovente e crítico da construção de um mito — e da rapariga que existia por trás dele.
Montreal, 1976.
Num instante suspenso no tempo, uma menina romena eleva-se no ar, dança entre os aparelhos e pousa na perfeição: um dez absoluto, inédito, impossível. O mundo prende a respiração e descobre Nadia Comaneci — frágil, genial, irrepetível.
Mas por detrás do brilho dos holofotes e do rigor milimétrico dos seus movimentos, escondia-se uma infância moldada à força, uma adolescência sem margem para erro. Quatro anos depois, a imprensa decretava o fim da magia: «A rapariguinha transformou-se em mulher.»
Neste romance literário intenso e comovente, Lola Lafon percorre o corpo e a vida de Nadia, da Roménia cinzenta sob a ditadura de Ceaușescu à fuga para uma liberdade enganadora nos EUA. A Pequena Comunista que Nunca Sorria é muito mais do que uma biografia — é um mergulho vertiginoso nos ideais opressivos de perfeição, no corpo moldado como instrumento político, no preço brutal da glória.
Com escrita delicada e afiada, Lafon expõe o silêncio por detrás dos aplausos e questiona: quando é que o talento se torna prisão? E quem decide quando uma lenda deve sorrir?
| Author | |
|---|---|
| Título Original | La petite communiste qui ne souriait jamais |
| Editor | Antígona |
| Páginas | 272 |
| Ano lançamento | 2014 |
| Formato | 13,5 x 21 cm |
| ISBN | 978‑972‑608‑452-5 |