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O diário de uma mulher em busca de emancipação e uma reflexão desassombrada sobre os mecanismos de dominação masculina e as relações entre os sexos. Uma obra que antecipou os grandes debates do feminismo moderno.
Em 1947, irrompe nas livrarias suíças um pequeno grande livro que não passou despercebido: A Paz das Colmeias.
Nele, Alice Rivaz dá voz ao diário íntimo de Jeanne Bornand — uma dactilógrafa de meia-idade, sufocada pela rotina conjugal e empurrada para uma encruzilhada existencial.
Página a página, acompanhamos o seu pensamento indómito, a sua raiva contida, a sua busca por sentido num mundo moldado por mãos masculinas. Jeanne observa, questiona, confronta. Denuncia os papéis impostos, as desigualdades gritantes, os silêncios esperados.
Com lucidez e ironia, contrapõe a imagem aparentemente harmoniosa das colmeias ao caos de uma sociedade governada por homens — uma metáfora brilhante para o desequilíbrio entre os sexos.
Escrito num estilo vivo e cheio de nervo, este romance breve é tudo menos pequeno: é uma obra pioneira, ferozmente lúcida e ainda hoje urgentemente actual. A Paz das Colmeias não é apenas literatura — é um apelo ao despertar.
| Author | |
|---|---|
| Título Original | La Paix des ruches |
| Editor | Antígona |
| Páginas | 120 |
| Ano lançamento | 1947 |
| Formato | 13,5 x 21 cm |
| ISBN | 978-972-608-476-1 |